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publicado por Redação
08.11.2017
Pablo Aguiar fala sobre seu novo filme de surf
O videomaker e produtor Pablo Aguiar esteve na Europa gravando seu mais novo filme, e conversou conosco sobre o festival e os bastidores da gravação.
Pablo Aguiar fala sobre seu novo filme de surf

No último mês de Setembro, o videomaker e produtor Pablo Aguiar esteve na Europa gravando para seu mais novo filme, o qual irá participar do Mimpi 2017, festival de filmes de surf e skate que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 17 e 20 de Novembro.

Nome do filme: Cintilar.

Surfistas: Yago DoraLucas Silveira. Participações especiais de Mateus Herdy e Marco Giorgi.

Locais: França, País Basco e Portugal.

Videomaker posicionar para captação de imagens dos surfistas

O videomaker Pablo Aguiar durante as gravações na Europa. Foto: Pietro França

Abaixo, Pablo Aguiar, que conta com apoio da Welcome Surf Trips neste trabalho, fala um pouco do projeto desse filme e da importância de festivais como o Mimpi.

WST: De onde surgiu a ideia do projeto, nome e surfistas envolvidos?
Pablo: A ideia surgiu por causa do Mimpi que é um festival de filmes de surf/skate que rola todo ano e desde que foi lançado o festival nunca deixamos de participar dele. Nos últimos três ou quatro anos temos lançados filmes junto ao festival, sendo a primeira premiere lá e depois soltando para web e outras premiers pelo Brasil.
Joguei a ideia para o Yago e o Lucas que já estavam viajando juntos por causa da perna europeia e iriam ter uma brecha de 15 dias, eles abraçaram na hora e o Cintilar saiu do papel.

Lucas silveira surf europa

Lucas Silveira. Europa 2017.

WST: Alguma curiosidade para contar que rolou durante as gravações?
Pablo: Difícil essa, talvez o episódio Tchelone, hehe…
O Tchelão ou Marcelo Amaral faz os treinos mais de parte física/corporal do Yago e do Lucas. Estavamos em Mundaka e nosso próximo destino era Hossegor na França, isso era uma quarta eu acho. O mar iria voltar a subir novamente na sexta em Mundaka, e optamos por seguir caminho para França e apostar mais em Hossegor, para acharmos ondas mais para aéreos, e Mundaka é uma onda mais para um surf de linha. Resumindo, o Tchelão decidiu ficar sozinho em Mundaka, virou o Tchelone alone em Mundaka e seguimos viagem rumo a Hossegor onde só choveu, quase não conseguimos filmar de tanta chuva e o Tchelone pegou altas em Mundaka, mas não tão alone porque estava bem crowd como já se presumia.

Surfista caminhando na areia em Biarritz, na França.

Surf em Biarritz, França.

WST: Como funciona e qual a importância do festival Mimpi hoje em dia?
Pablo: O Mimpi é muito importante pela troca, ao vivo, que você tem do seu trabalho com as pessoas e outros videomakers, e está se tornando um dos maiores festivais do segmento no mundo, senão já o maior. Poder mostrar seu trabalho numa tela a céu aberto não tem valor que justifique, é muito gratificante ver o olhar entusiasmado das pessoas no momento dos filmes e perceber o que a gente pode passar com filmes de surf/skate. Acho que esse é o sentido mais verdadeiro de compartilhamento, muito mais que qualquer mídia social onde você não consegue ver a reação das pessoas e só tem uma tecla de like.

Agradeço, em especial, a vocês da Welcome Surf Trips que vêm apoiando meus projetos já a um bom tempo, sem medir esforços! Muito obrigado de coração!

Com muito orgulho e sabendo da importância destes projetos relacionados a arte e cultura surf, a Welcome Surf Trips já participou apoiando inúmeras produções com os principais nomes do surf nacional.

Para saber mais sobre o trabalho de Pablo Aguiar, acompanhe o perfil no Instagram da Bullet Tree Filmes.

Para mais informações sobre o Mimpi 2017, acesse o site oficial do evento.

Assista o filme completo aqui.

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